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15 de janeiro de 2009

"créu" na cultura


o jornal britânico The Guardian noticiou na última sexta-feira, 2, a polêmica em torno de um projeto de lei que pretende marcar o funk como movimento cultural popular no Brasil.


o veículo apresenta uma entrevista com o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), criador do projeto. a reportagem também fala sobre a divisão de opiniões sobre a concretização da lei e os bailes de funk em si, afirmando que moradores do Rio de Janeiro se mostram contra as festas e as músicas do "funk proibidão", que apresenta letras consideradas pornográficas ou coniventes com o crime e o tráfico de drogas.
o projeto do deputado quer promover o funk a "movimento cultural e musical de caráter popular", com o objetivo de combater a discriminação contra o ritmo e evitar que as festas sejam fechadas pela polícia carioca - o que acontece, por exemplo, quando os policiais buscam traficantes em favelas da cidade.

doce inutensílio:

como nosso espaço é dedicado a música, poesia , inutilidades e afins, achei muito importante debater esse assunto com nossos leitores.

nao tenho dúvidas que o funk "carioca" tem seu papel em festas , bailes e outras budegas mais . imaginem em uma festa com milhares de jovens "piriguetes" , o seguinte:

"agora com vocês, João Gilberto"! , imaginem piriguetes rebolando ouvindo "chega de saudade".

mas é só uma música que anima festas . se for realmente cultura , não vai ser preciso lei alguma , ela irá andar com as próprias pernas . como andaram os outros movimentos culturais .

isso me parece mais uma propaganda eleitoral .


o que vocês acham ?

por borboletas de jade

Não tenho nada contra o funk e seu derivados, mas vejo na sua essência um descalço com a postura e compostura de um ser humano. Amante da musica que sou e um divulgador desta arte na etapa do jazz, não aceito esta ideia. Quando o funk nasceu em metade da década de 1960,nos Estados Unidos da (especialmente em Memphis e Detroit), havia um pleno sabor nas letras e na propria musica que era feita pra dançar e seu ritmo sincopado, forte e cheio de rítmica, podia-se ouvir seções de metais e percussões, marcando ritmo dançante. Nos anos 70 o funk foi influência para músicos de jazz (como exemplos, as músicas de Miles Davis, Herbie Hancock, George Duke, Eddie Harris entre outros).Pena que na atual situação da musica, se tornou um esgracho de sensualidade medilcre, principalmente pelas classes sociais masi baixas.Tenho varios albuns de funk que curto:KC & Sunshine Band, Commodores (Lionel Richie, ele mesmo), Earth Wind & Fire, Rick James, Kurtis Blow, Prince (e sua banda The Revolution), Michael Jackson ( Jackon Five), George Clinton (com suas bandas Parliament), Funkadelic (ritmo mais pesado), Red Hot Chili Peppers e Faith No More (funk-metal).Obrigado por colocar o borboleta como blog de acompanhamento. Grato e sera recipro.

visitem borboletas de jade !

ps: quando falei do funk , falei de um tipo isolado , o funk "carioca" atual .

1 comentario in-útil:

BORBOLETAS DE JADE disse...

Não tenho nada contra o funk e seu derivados, mas vejo na sua essência um descalço com a postura e compostura de um ser humano. Amante da musica que sou e um divulgador desta arte na etapa do jazz, não aceito esta ideia. Quando o funk nasceu em metade da década de 1960,nos Estados Unidos da (especialmente em Memphis e Detroit), havia um pleno sabor nas letras e na propria musica que era feita pra dançar e seu ritmo sincopado, forte e cheio de rítmica, podia-se ouvir seções de metais e percussões, marcando ritmo dançante. Nos anos 70 o funk foi influência para músicos de jazz (como exemplos, as músicas de Miles Davis, Herbie Hancock, George Duke, Eddie Harris entre outros).Pena que na atual situação da musica, se tornou um esgracho de sensualidade medilcre, principalmente pelas classes sociais masi baixas.Tenho varios albuns de funk que curto:KC & Sunshine Band, Commodores (Lionel Richie, ele mesmo), Earth Wind & Fire, Rick James, Kurtis Blow, Prince (e sua banda The Revolution), Michael Jackson ( Jackon Five), George Clinton (com suas bandas Parliament), Funkadelic (ritmo mais pesado), Red Hot Chili Peppers e Faith No More (funk-metal).Obrigado por colocar o borboleta como blog de acompanhamento. Grato e sera recipro.